Sexta-feira, 5 de Agosto de 2011

O pouco senso que os noticiaristas hoje revelam

Antes do 25 de Abril era a censura que impedia a publicação de certas notícias. Hoje, com as amplas liberdades, pensava eu que seria o bom senso.

Verifico, no entanto e sinceramente apreensivo, que à falta da primeira não se cultiva o segundo pelo que notícias - como a de que as polícias, à míngua de combustível para gastarem em serviços de patrulha, estacionam as viaturas nas zonas mais visíveis das cidades, aí efectuando um rudimentar policiamento que algum iluminado decidiu chamar de “proximidade” - são dadas a conhecer pelas televisões seguramente avisando a gatunagem de que, desta forma, poderá actuar mais livre e impunemente, tal como vem acontecendo nos últimos tempos, com enorme perigo e algum escândalo, diga-se, lá para os Algarves onde o desastrado Acordo de Shengen, escancarando as fronteiras, como tantas vezes aqui já tenho dito, proporciona aos delinquentes, na sua maioria estrangeiros, mas também muitos portugueses, o abrigo seguro que o país vizinho e escassa meia hora lhes propicia…

O bandido passa, veloz e nada o detém. O policia, esse, por falta de jurisdição na área, creio que terá de parar a sua perseguição na fronteira virtual onde a burocracia, que o Acordo não deverá ter previsto capazmente, literalmente lhe tolherá os movimentos…

Que me desculpe quem comigo não concorde mas penso que hoje temos liberdade a mais e de que será tempo de ponderar bem sobre o uso que estaremos fazendo dela.  É a velha história de se passar dos oito aos oitenta!…

publicado por Júlio Moreno às 15:25
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