Domingo, 11 de Novembro de 2012

ACORDO GRÉCIA-GOLDMAN SACHS – urge investigar...

       

Existe hoje um organismo internacional destinado a harmonizar as relações entre as Nações mas não existem outros organismos essenciais a essa mesma harmonia. Torna-se, assim, necessário dar um rosto ao que hoje se apelida de “investidores” ou “mercado” (para desresponsabilizar uns quantos) e simultâneamente criar legislação capaz de julgar, condenar e eliminar os efeitos perniciosos do Goldman Sachs, e seus obreiros, o verdadeiro causador da crise europeia anulando-lhes pura e simplesmente todas as transacções feitas ou em vias de conclusão, bem como os seus efeitos desde que eu seu próprio benefício, prendendo os seus responsáveis e reconduzindo cada PaÍs e as suas gentes à realidade das suas capacidades económico-financeiras.

 

Hoje é domingo.

 

Amanhã, se não erro, deverá ser segunda-feira. O dia em que virá visitar-nos uma das entidades mais responsáveis pela actual crise que assola a Europa e ameaça aniquilar a Grécia para a seguir virem os outros, os incautos e inocentes países do sul da Europa, que só servirão depois para a diversão sazonal dos poderosos que deverão ser “servidos” pelos locais, reduzidos que estarão à sua condição de escravos.

 

Crie-se, portanto, um Tribunal de Contas Europeu, uma Comissão verdadeiramente Fiscalizadora das Transações Financeiras a nível mundial, um Tribunal Intermacional dos Crimes Económico-Financeiros e anulem-se, pura e simplesmente, todos os actos e omissões dolosas e ilícitas do Goldman Sachs e derivados.

 

Nos EUA dê-se o necessário poder a Barak Obama e o Goldman Sachs desaparecerá da América ou passará a trabalhar de acordo com os interesses de milhões e não a defender a ganancia de algumas centenas.

 

À reflexão dos responsáveis aqui deixamos os tópicos deste nosso súbito pensamento.

publicado por Júlio Moreno às 18:08
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3 comentários:
De contoselendas a 12 de Novembro de 2012 às 01:37
Se os paises do sul fossem governados por alemães, que viveram e sofreram no tempo da "Grande Depressão" , etc, tendo uma moeda forte que se chamana Marco, não estariamos em crise económica. Desejo que a Srª Merckel enssine aos nossos governantes que no pais dela o governo e o banco alemão são entidades independentes e que a inflação é tratada como uma "virose" em que o povo mal se aperceba das necessidades desta ser controlada está disposto a perder poder de compra com a redução dos salários para assim poder evitar fomes desastrosas e atrair investimento. Eis o exito da alemanha que nenhum politico quiz cobiçar somente a moeda- Euro- lhes interessou julgando que esta os ia salvar na altura em que já não poderiam comprir com as promessas feitas a eleitores "incultos".Abraços.


De contoselendas a 12 de Novembro de 2012 às 01:44
P.S. Quisemos viver o sonho Americano de que o mercado financeiro se auto-regula. Ficamos refens de especuladores de mercado, maus gestores, etc. Acreditamos que havia quem desse sem pedir nada em troca. Acreditamos no investimento sem risco, mas isso é assunto das PPP´s e dos desgovernates deste Pais.

Contoselendas


De contoselendas a 13 de Novembro de 2012 às 12:35
Angela Merckel, afinal veio dizer-nos que o Euro tem os dias contados com as politicas que apoia. O ódio está a fragmentar a europa contra a Alemanha. Se o Euro foi criado pelo medo do poderio da "Alemanha Unida" pós 1989, e evitar o resentimento entre os europeus que poderiam resultar numa nova guerra, tal medida não está a resultar. Todos Europeus são culpados. Assim estão abertas as portas ao capitalisomo desrregrado que os oportunistas quererão aproveitar.

Abraços

Contoselendas


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