Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2013

As armas nos Estados Unidos, o negócio de milhões...

 

Desde há alguns tempos que vimos assistindo aos trágicos e muito lamentáveis acontecimentos ocorridos nos EUA – e recentemente também na Europa fanática - com o delirante assassínio de crianças e de adultos cometidos, na sua maioria, por psicopatas jóvens mas com acesso, pelos vistos fácil, a armamento sofisticado (pistolas-metralhadoras de guerra, espingardas com alças telescópicas e visão nocturna, explosivos militares, sistemas sofisticados de localização e controlo remotos, etc.) e que, em vez de estarem detidos em estabelecimentos penitenciários de alta segurança ou psiquiátricos e em ambos os locais minimamente vigiados por especialistas (médicos, psicólogos e polícias), se passeiam livremente tanto pelas cosmopolitas e movimentadas ruas de New York como pelas pacatas cidadezinhas do interior dos Estados alimentados que são nas suas particulares loucuras não só pelos detalhados desenvolvimentos noticiosos de um jornalismo inconsciente e totalmente irresponsável, como também por determinados realizadores cinematográficos, especializados em cinematografia da maior violência para o que muito provavelmente se socorrem da experiência vivida por ex-combatentes violentamente traumatizados pelas diversas guerras em que os Estados Unidos se têm ultimamente visto evolvidos sobretudo na era dos governantes conservadores dos Bush e companhia isto sem esquecer o enfase sempre dado ao narcotráfego e aos criminosos "gangs" que os alimentam e fazem movimentar...

 

Todavia o mais pernicioso destes acontecimentos é que todos eles terão na sua raíz e razão profunda de ser sempre o mesmo: - o lucro fabuloso dos fabricantes de armamento e da poderosa indústria paralela da sua distribuição em todos os locais onde seja possível fazer eclodir uma “guerrazita”, como vem acontecendo ultimamente em África e mais recentemente ainda no Mali – tudo isto já bem próximo de uma velha Europa enfraquecida pela crise e bem conhecida pela sua proverbial, preversa e histórica animosidade entre os respectivos povos e Estados.

 

Verifico, porém e com satisfação aqui o digo, que surgiu finalmente um homem capaz e com coragem para fazer frente aos “lobies” conservadores dos fabricantes de armamento e que demonstra estar-se “nas tintas” para o enorme lucro desse proliferante negócio: - Obama, Barak Obama, o grande Presidente dos Estados Unidos que, prudente no seu primeiro mandato, onde só movimentou algumas peças do seu complexo xadrês político, como mandam as regras para poder alcançar o segundo, não perece hesitar agora em mostrar quem é e o que vale para quantos, na desesperança e na desgraça, dele esperam melhores dias.

 

Na sua luta contra os "corruptos e interesseiros" conservadores do Senado e da Camara dos Representantes fazemos, deste nosso canto, outrora tranquilo jardim à beira-mar plantado mas que também já o não é porque vive um excessivo zêlo democrático, sinceros votos para que vença a batalha que empreendeu e que os “States” deixem definitivamente de ser a terra dos “cowboys” modernos já que os de antanho bem nos entretiveram nos filmes que, em criança, procuravamos ver nas escassas vezes em que nos era proporcionada a oportunidade de ir ao cinema...

 

Bem haja, Presidente!

 

Rezo para que vença a sua batalha que todos sabemos ser dura mas que só trará dignidade e honra para quem acabar por vencê-la. Recomendo-lhe, no entanto, que não perca de vista os Bin Ladens e os seus genes, que ele os deixou, infelizmente, dispersos por toda a parte...

publicado por Júlio Moreno às 16:45
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