Domingo, 10 de Outubro de 2010

Será que sou má lingua ou apenas mais um português revoltado como milhares de tantos outros que se calam?

Do PD da IOL de 10 de Outubro de 2010

                                          

“«O Governo merecia uma sapatada»

“Economista diz que o Ministério das Finanças já não é credível e parece «uma barraca de farturas»  -  PorRedacção  PGM  - 2010-10-10 12:08  

“O economista Medina Carreira não está pelos ajustes com o actual Governo. Em entrevista ao «Diário de Notícias», diz que o primeiro-ministro «já não tem crédito» e que o executivo «merecia uma sapatada». - «Há uns dois anos que não acredito naquilo que o Ministério das Finanças», por isso, acha que faz todo o sentido uma agência independente para controlar as contas públicas, como sugere o Banco de Portugal. «O Ministério das Finanças não merece crédito! Aquilo já é considerado uma barraca de farturas». - Acredita que o Governo foi «coagido» a tomar as mais recentes medidas de austeridade. «Nós temos, no chamado Estado social, qualquer coisa como seis milhões de portugueses. Tocar em salários, pensões, subsídios de doença ou de desemprego é uma tragédia, porque são seis milhões de portugueses que se põem de pé. Este último pacote... Não sei de quem foi exigência, se da senhora Merkel ou não, mas o Governo terá agido também sob uma pressão muito forte, senão não teria ido aos salários».
“ «O Governo não tem estratégia nenhuma na cabeça»
“Não tem dúvidas de que «não há estratégia nenhuma! O primeiro-ministro não tem estratégia nenhuma na cabeça senão andar a fazer espectáculo e ir conciliando as circunstâncias para ver se vai durando. Aliás, este primeiro-ministro foi realmente uma desgraça para o País: nem tocou nos aspectos financeiros, nem tocou nos aspectos económicos». - Ainda assim, admite, não há outro remédio senão deixar passar o Orçamento do Estado (OE) para 2011, para acalmar os mercados. Passos Coelho deve abster-se explicando as razões ao País.
“Pacotes de austeridade: ainda vêm aí mais
“ - O ex-ministro das Finanças de Mário Soares ganhou notoriedade pública mais recentemente, fazendo a denúncia do crescente endividamento do País. Durante muito tempo foi apontado como um «catastrofista», mas o tempo deu-lhe razão. - Medina Carreira acredita que virão aí ainda mais pacotes de austeridade. «Quando chegarmos a 2013, saem as Scut e começam a entrar as parcerias público-privadas no Orçamento. Mil milhões, mil e seiscentos milhões, mil e quinhentos milhões todos os anos! Depois de termos isto arrumado, aparece a desarrumação. Nessa altura, é quase com certeza necessário outras medidas».
“Cortar nas piscinas e redondéis a direito
“ - Uma das áreas em que o economista diz ser preciso corar o quanto antes é na despesa das autarquias. «Por exemplo, o mapa autárquico de mil oitocentos e tal não presta. Temos 30% de municípios com menos de dez mil habitantes... O que pagam de impostos não dá para o presidente da câmara, o chauffeur e a secretária! Tem de se reorganizar o mapa autárquico. 4.500 freguesias é um disparate! E, no mapa autárquico, sabe porque não se mexe? Porque há presidentes de câmara que têm de ir tratar da vida para outro sítio. Não se faz nada que mexa em interesses!», diz. - Nas empresas municipais, a palavra de ordem é «suprimir a eito». «A gente viveu sem elas até há cinco anos! O que houve foi um esperto que descobriu que aquilo era maneira de fugir com o dinheiro às contas. Endividam-se pelas empresas municipais, e não se endividam pelas câmaras. Se estivesse nas finanças, no dia em que aparecesse a primeira, não deixava andar nem mais uma! Acabar com piscinas, redondéis, coisas onde se gasta dinheiro. Dizem: "Mas isso fez parte do meu programa." "Ai fez? E ganhou? Vá pedir aos seus votantes que lhe dêem dinheiro para fazer isso!" Porque eles querem cumprir os programas assumindo dinheiros que não têm». - Medina Carreira não quer falar em corte de apoios sociais, mas «há coisas que deve ser o ministro das Finanças a autorizar. Os carros devem ser modelo médio para ministros, e têm de durar cinco ou seis anos. Quando fui ministro, tinha um carro recuperado da sucata da alfândega de Lisboa». “”

 

Comentar é, como dizem os brasileiros, "chover no molhado"!... Só que, como não sou tão "diplomático" como o Prof Medina Carreira, permito-me substituir a sua elegante "sapatada" por, o que julgo ser um figurativo mais adequado: "vassourada!"

publicado por Júlio Moreno às 17:19
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"E esta hein!?"...

Cá venho eu de novo com a cantilena do costume: - Mão amiga me enviou este e-mail, que passo a  transcrever na íntegra por achá-lo bem curioso e entender que será absolutamente pertinente e de absoluta necessidade dá-lo a conhecer ao, ainda que escasso, público que me leia no momento actual que o País atravessa e por entender, não obstante o enorme respeito que tenho por todas as mães deste país - o que já não é extensivo, neste caso particular, ao seu filho e nosso actual primeiro, que algo deverá ser feito para que "mal-entendidos", como este será, por certo, se esclareçam definitivamente.

 

Passo a trancrever o referido e-mail:t

*A mamã do Primeiro-Ministro*
"*A mamã Adelaide e a misteriosa pensão superior a 3000 euros*
"Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, "viveu modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas e cachecóis...".(24 H)
"Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar)
"Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida, feita nesse mesmo ano.
"Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a 250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor superior, nem da Segurança Social nem da CGA.
"Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa "uma pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje" (24H).
"Por que neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir - caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos - que, considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe teria sido concedida em 1996 (1931+ 65). Só que, por que em 1998 a dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar que a partir desse mesmo ano, 1998 desempenhou um lugar que lhe acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.
"Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de 80%.
"Por que a "pequena fortuna " não conta para a pensão; por que o I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de 3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de 3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% = 3.000).
"Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os "rendimentos " provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem uma pensão acrescida de outros rendimentos.
"Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.
"Pode-se saber quais foram as funções desempenhadas que lhe permitiram  poder receber tal pensão?
"E há mais...
"A Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã.
"Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos - cerca de 224 mil euros -, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).
"Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a vida.
"Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um  mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numa das mais nobres e caras zonas de Lisboa.
"Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos largos para comprar casa no inverno da velhice.
"Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?
"Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A PRONTO, a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros ? ""

 

"E esta hein?"... diria, naquele tom de voz tão característico e único, o nosso bom amigo Fernando Peça que tanta saudade nos deixou!

Não acham que este assunto merece um "inqueritozinho"?

publicado por Júlio Moreno às 17:00
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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

Será?

Será que o que venho escrevendo neste meu “blog” não vem merecendo o “calor” e o “apoio” de um mero comentário, favorável ou desfavorável, concordante ou discordante nem, ao menos, o, quase favor, de um “no comments”!?

Bem sei que ele só foi divulgado por um muito restrito grupo de amigos e que o não terá sido ao comum dos cidadãos que a ele não terá acesso! Mas esse foi, exactamente, o meu propósito até porque confiava – e confio - nesses amigos junto dos quais o divulguei!...

Será que as ideias que aqui vou expressando não são merecedoras de qualquer análise, de um comentário de apoio ou de contestação? Será que a forma como escrevo é demasiadamente prosaica ou, pelo contrário, se mostra de tal modo elevada e complexa que logo suscita as maiores hesitações ao seu comentário?

Será uma questão de comodidade ou de (como hoje se usa dizer) autêntica “iliteracia” ou ainda de completo desprezo e desinteresse pelos temas “vivos” que, por aqui, vou abordando?

Pois saiba, quem me lê, que também sou capaz de escrever sobre “futebol” – mesmo gostando que este desporto evoluísse mais para “headbol” – e que os temas “moda” – sobretudo pelo “conteúdo” – feminino -  que modela o tecido que os estilistas apresentam – de forma alguma me são indiferentes! Só que me tocam mais a alma e despertam o meu ser os assuntos sobre os quais disserto – ou pretendo fazê-lo… - que são os que creio palpitantes na maioria dos portugueses, sobretudo daqueles a quem lhes tremeria a mão acaso sobre os mesmos escrevessem!

Meus filhos – e são três – vão preferindo o “facebook” e as “fofocas” – passe o brasileirismo - de que, por ali, se vão alimentando;  os “concertos de hoje” que, fora honrosas excepções, para mim não passam de monstruosas organizações de ruído, seriamente prejudicando quer as pessoas quer o ambiente. Poluição sonora contra a qual as leis não se aplicam desde que obtidas sejam as necessárias licenças camarárias…

Ficaria por aqui debitando os meus queixumes todo o dia, os quais, por certo, se resumirão à desambientação que vou experimentando e que, a cada hora que passa, inexoravelmente, me vai afastando já da vida que ainda vivo se lhe não obstassem a noção do “oportunidade” que, felizmente, ainda conservo e que, em certos casos, não aprendi ainda a saber calar…

Presunção!?... Será! Mas o que é também verdade é que “presunção e água benta cada um toma a que quer”…

publicado por Júlio Moreno às 11:42
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Domingo, 3 de Outubro de 2010

O fim de uma polémica…

Continuo hoje, para terminar com  a polémica acontecida ontem e felizmente já sanada porque a razão e a razoabilidade terão chegado ao espírito dos dois principais intervenientes.: -eu próprio e o meu crítico de então Sr. José Luiz , perito bancário brasileiro em investimentos há 20 anos, como afirma, mas que, nas horas vagas, e pelo que entendi, procurará nas letras o descanso e o alívio das dores de cabeça causadas pelos números, o que prontamente fez em tarde de sábado e em relação ao meu artigo. Julgo compreendê-lo bem.

 

Claro que na Wikipédia.pt tudo quanto aqui e agora irei reproduzir, apenas para dar uma sequência lógica a quanto ontem se narrava, poderá ser lido na “página da votação” e à qual se facilmente se acede a partir do pequeno rectângulo que antecede o texto da Biografia de meu Avô Augusto Moreno.

 

Passo a transcrever quanto aí consta dando, por este modo, como cumprida a missão que se me impus e terminada a turbulência gerada por equívocos a mal-entendidos

 

(Início da transcrição)

 

“Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

< Wikipedia:Páginas para eliminar

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[editar] Augusto Moreno

Ferramentas: Augusto Moreno (editar | histórico | afluentes | vigiar | registros | apagar)
Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus

O artigo em si está horrível, o que não é, por si só, motivo pra eliminação. Como não tem fonte nenhuma, tentei procurar fora. O nome comum não ajuda a saber se estamos falando "do" ou "de um tal de" Augusto Moreno. Não sei como resolver e não estou confortável em deixar como está (sem fontes). Trouxe pra ver se algum de vocês me ajuda. José Luiz disc 02h22min de 2 de outubro de 2010 (UTC) Se ninguém mais se opuser, proponho cancelar a esta votação. José Luiz disc 20h58min de 2 de outubro de 2010 (UTC)

Apagar

 

Manter

  1. Carlos Luis Cruz (discussão) 13h39min de 2 de outubro de 2010 (UTC) Relevante em sua área e época. Obra publicada. Já agora, iniciei a "modernização", imparcialização e categorização do texto.
  2. Pelo Poder do Z Alaf Ogimoc 15h29min de 2 de outubro de 2010 (UTC) Apenas digo isto. Relevante.
  3. Junius (discussão) 23h29min de 2 de outubro de 2010 (UTC) Aguenta a pressão, José Luiz. Agora que começou, termine a votação! E pense e repense antes de mandar outro verbete para o paredón.
  4. José Luiz disc 00h07min de 3 de outubro de 2010 (UTC) Pressão? rs... Trabalho em banco de investimento! Isso aqui é que me tira da pressão! Voltando ao tema: o artigo como estava no momento que propus não cumpria nenhum requisito do projeto. Como o conteúdo era bom e não conhecia a pessoa (não é minha área de interesse), tentei achar o Augusto Moreno. Achei milhares e trouxe pra cá buscando ajuda. O que houve foi um mal-entendido sobre o meu (mau) uso do "horrível", já esclarecido. E, agora como está, voto por manter! Não é assim que deve funcionar? Cancelar era pra economizar tempo das pessoas.
  5. --HTPF (discussão) 13h08min de 3 de outubro de 2010 (UTC) Conforme já foi dito:Relevante em sua área e época.  

Comentários

Esclareço procurando dar a ajuda que pretende:

 

- Meu nome é Júlio Augusto Victória Moreno e sou neto de AUGUSTO MORENO de cujo texto "horrível" no dizer do crítico, Sr. José Luis que ora contesto porque me prezo de saber um pouquinho de português - coisas que me terão ficado por hereditariedade, talvez! -de cujo texto, dizia, fui "horrível" autor, e que transcrevi na íntegra no "blog" que, desde 2005, venho mantendo com relativa assiduidade - e que o meu crítico poderá consultar em "mustbe.blogs.sapo.pt", dizer-lhe que tenho 74 anos de idade, que frequentei (sem todavia me licenciar) a faculdade de Direito, que fui oficial da GNR e gestor-fundador de três empresas que deram emprego a uns milhares de portugueses (co-fundador de uma delas e fundador pleno das duas restantes, ) será pura estultícia da minha parte e por isso não o farei. Lamento, no entanto, que o meu crítico não tenha reparado na fonte que no texto se incluia (braganc@net - in www.braganc@net.pt/braganca . figuras Ilustres - e que desconheça o "Vocabulário Ortográfico Luso-Brasileiro" que com a colaboração de outros insignes mestres da língua portuguesa, publicou vai para mais de 50 anos! Como sou velho na idade mas novato nestas andanças, peço ao árbitro que tiver de resolver aste brevíssimo "diferendum" opinativo que me perdoe a ousadia que tive e ao meu crítico que consulte um pouco mais as fontes portuguesas - "Diciopédia 2006", por exemplo, da Porto Editora e as bibliotecas nacionais e brasileiras onde a obra de meu avô se encontra pronta para a consulta de quem assim o pretenda. Agradeço-lhe, no entanto, o tempo que "perdeu" ao ler o que escrevi...—o comentário precedente deveria ter sido assinado por 193.126.212.100 (discussão • contrib.) 

 

- Prezado, conforme política oficial blogs não são aceitos como fontes fiáveis. Se você puder pautar o texto do artigo com obras publicadas será de grande ajuda para comprovar a relevância do artigo e a sua manutenção. Abç OTAVIO1981 (discussão) 14h35min de 2 de outubro de 2010 (UTC)

 

- Muito obrigado. Apenas referi o "blog" por mera cortesia, nunca como fonte para a Wikipedia e se o fiz terá sido mais para que possam avaliar daquilo que penso e pelo que me responsabilizo. Passo a assinar: Javmoreno com conta muito recente na Wikipedia.pt

 

- O blog, não foi mencionado como referencia, está ali em cima escarrapachado preto no branco, que o texto que consta no blog é igual ao do artigo, pois o blog surgiu na sequência do mesmo. Pelo Poder do Z Alaf Ogimoc 15h29min de 2 de outubro de 2010 (UTC)

 

- Estou mesmo sem palavras para agradecer a quem aqui me compreende e apoia. Vejo, porém e com algum receio, que uma fita vermelha vai avançando à míngua de novos artigos que ainda não publiquei. É necessário? Dirijo esta questão a "Carlos Luis M C da Cruz". a "OTAVIO1981" e finalmente a "Pelo Poder do Z " e mesmo ao confuso "Jbribeiro1" a quem estendo a bandeira da paz...

 

- Caro Javmoreno, o texto estava horrível não no conteúdo, mas na forma. Por isso não propus para eliminação rápida e trouxe pra cá, pra ser votado. Quando terminar a wikificação em andamento, compare o resultado com a forma original, quando propus pra votação. Sobre o confuso, acho que falta cancha no projeto pra entender o que eu digo. Recomendo a leitura de Fontes fiáveis e Biografias. Mas bem-vindo de qualquer forma. A opinião que queria consegui dos editores. José Luiz

disc 16h31min de 2 de outubro de 2010 (UTC)

 

- A "jribeiro"| José Luiz": - desculpe a minha ignorância mas quando li "horrível" confesso que me arrepiei e tomei a Vénus por Juno, o que quererá dizer, o pedaço pelo todo! Daí as amargas palavras que escrevinhei no meu blog a seu respeito e de que me confesso agora arrependido. Peço-lhe, no entanto, que entenda que apareci aqui como um "novato" e que, para mim, muitos dos vossos termos (assim como frases, talvez...) têm um sentido bastante diferente do que, por cá, lhes damos. Por exemplo, subentendo o que queira dizer com "falta de cancha no projecto" mas afianço-lhe que aqui, isso não quer dizer absolutamente nada quanto ao que vimos tratando, podendo até ser tomado como injurioso se, por mera "ignorância", levado para outros campos! As diferenças entre o portugues europeu e o brasileiro permanecem, em muitos casos, abissais ainda: "ex: "pego" por "preso" ou "apanhado", pela polícia, normaslmente... "registro" por "registo", etc.. Aluno que tal escrevesse num texto de exame era "chumbado" pela certa! E diferenças como estas há imensas, nem calcula! Porém, como não sou extremista - acho que nunca o fui até mesmo quando, rapaz ainda e em Carvalhelhos, uma namorada brasileira que então tive, me apelidava, carinhosamente, de seu "bichinho..."! Penso que "in medio virtus est" pelo que ambos deveremos respeitar as nossas diferenças e contribuir, cada vez mais, para uma maior uniformidade linguística, que nos uma e não que nos separe para, como diria provavelmente o General Paton, portugueses e brasileiros "não fiquem separados por uma língua comum...". Agradeço o seu regresso e os esclarecimentos que me prestou, aguardando da sua parte, as minhas desculpas e os futuros ensinamentos que, porventura e nesta matéria, quiser dar-me já que noutras, por força da minha idade, lhas darei eu. Grato, Javmoreno, caloiro... (sabe o que é?).

 

- Vamos em frente, caro! Bem-vindo ao projeto! José Luiz disc 20h57min de 2 de outubro de 2010 (UTC)

 

- Infelizmente (pelo menos para este velhinho que humildemente escrevinha) a República acabou com a Monarquia e a Nobreza no país, e a maior parte dos autores do século XIX que o biografado possivelmente lia e admirava, já havia cometido suicídio. Embora o erudito dicionarista tenha vivido as mudanças trazidas pelas duas guerras mundiais, o mundo mudou ainda mais, a linguagem idem, e a Lusófona é lida por alunos que o abnegado mestre-escola não reconheceria e, nos quais nem poderia aplicar a sua boa e fiel palmatória, sob pena de perda da função pública, além de incorrer em processo na alçada criminal e nas penas cominadas na lei. A fita vermelha que avança serena no texto em tela recorda-nos - a todos - o quanto há para discorrer sobre a grandeza da cultura lusa de antanho, replenando-nos de patriótico ardor pelo resgate de um passado ufanoso que, perdido nas brumas da memória, clama por justiça, na pena de um editor eivado de ardor pelo ideal beletrista. Carlos Luis Cruz (discussão) 21h13min de 2 de outubro de 2010 (UTC)

 

- A Jribeiro: - Obrigado pelas boas-vindas que me dá. Louvo a sua coragem por ter riscado as linhas que escreveu. Reconhecer um erro e ser capaz de o emendar é sempre apanágio de um Homem de bem! Lho agradeço e, como paga, verá que o mesmo irá acontecer no meu blog.( Javmoreno ).

 

- A Carlos Luis M C da Cruz: - as suas palavras fluiram aqui como se brisa fossem a acalentar o meu coração e soaram, como música, aos meus ouvidos... Obrigado. ( Javmoreno ).

 

 

Nuvola apps ksig.png Por favor, não assine suas edições em artigos.

Cada vez que você edita uma página, suas alterações e seu nome de utilizador ficam gravados no histórico — por exemplo, se consultar a história desta página, poderá ver todas as edições anteriores a esta, bem como todos os editores, a data e a hora de cada edição.

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Para mais ajuda, consulte o Guia Prático Assinando e a página Coisas a não fazer.
Obrigado(a).

Vanthorn msg ← 17h04min de 8 de outubro de 2010 (UTC)

Usuário Vanthorn: - Muito obrigado pelo ensinamento que registei e não mais repetirei. Javmoreno""

 

 

(Final de transcrição).

 

Acho que devia este esclarecimento a quem me lê

 

publicado por Júlio Moreno às 13:52
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Sábado, 2 de Outubro de 2010

“Aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando…”

Foi a pensar neste riquíssimo pensamento de Camões, expresso logo à entrada de “Os Lusíadas” (Canto I) que, com o prestimoso auxílio e decisivo “empurrão” de meus primos Laura e Luis, me atrevi a tentar aqui aquilo que, em vida, não é costume fazer-se, que eu não fiz, mas de que hoje sinto esta enorme “necessidade” de fazer: - deixar dito a quem depois de mim vier quem foram alguns daqueles (e os que omito que me perdoem mas aceitem que apenas o fiz porque, sendo tantos, tal me seria de todo em todo impossível) a quem mais amei e a quem tanto devo, quanto mais não seja por inerência biológica, a própria vida.

Mas, tal como eu, muitos, muitos outros lhes terão ficado a dever alguma coisa pelo que, parafraseando Winston Churchill, talvez aqui caiba um pouquinho da sua célebre expressão:- … “nunca tantos ficaram a dever tanto a tão poucos!”.

Refiro-me a meu Avô e a meu Pai, aos quais pretendi deixar gravada nesta estranha forma de impressão que “Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg”, (de seu nome completo mas mais conhecido por João Gutenberg ou simplesmente Gutenberg) nunca terá imaginado a possível existência! Refiro-me à informática e a quanto, de forma mais ou menos segura, de forma mais ou menos perene, através dela se poderá como que imprimir também ou, melhor dito, “gravar” nesta pedra imaterial toda ela feita de éter que assim surgiu subitamente e cresceu ante os nossos espantados olhos, atrevo-me a dizer que, mesmo daqueles que, de algum modo, a “inventaram” ou contribuíram para a sua actual existência – a Inter-Rede, ou Internet!

Assim, foi na Internet que decidi deixar estes dois “epitáfios” a meu Avô e a meu Pai na esperança de que por lá permaneçam bem depois de mim pois assim se fará Justiça não só aos Homens como principalmente a Deus.

Eis o que escrevi de meu pai, (o que se poderá encontrar e ler na Net procurando em Wikipedia Portugal – Augusto Gonçalves Moreno ) e tal como no final do texto mais tecnicamente se refere:

“Augusto Gonçalves Moreno (Bragança, 31 de Março de 1906 - Chaves, 10 de Dezembro de 1984), foi um médico portugues

“Biografia 

“Sexto filho de Augusto Moreno, professor, gramático, filólogo e erudito cultor da língua portuguesa, foi médico em Vidago (de 1935 até 1948). Vivendo em Vidago, nos primeiros anos de casado com D.Maria Barata Pinto Feyo de Victória, teve um incêndio na casa onde vivia, situada no centro da Vila, ao lado do Grande Hotel e à margem da Estrada Nacional Vila Real - Chaves. Nesse incêndio, tudo perdeu ficando, tanto ele como sua mulher, apenas com a roupa que tinham no corpo na altura em que, acordados pelo intenso cheiro a fumo, só tiveram tempo de fugir para a rua com os roupões de quarto que ainda tiveram tempo de vestir. Foi amparado na ocasião, pela família Abreu, proprietária do Hotel Avenida, que, sabedora do ocorrido, os acolheu a ambos enquanto se não puderam alojar na nova casa, propriedade da referida família, que passaram a habitar na Avenida Teixeira de Sousa e onde também tinha o seu consultório. Em 1942/43 foi eleito vogal do CRPOM (Conselho Regional do Porto da Ordem dos Médicos) pelo que regularmente teve de se deslocar tanto àquela cidade como também a Lisboa. Em 1950, dada a sua especialidade de hidrologia médica, além de clínico geral, foi designado Director Clínico das Termas de Carvalhelhos, estância termal situada a cerca de 9 quilómetros de Boticas e a 2 de Beça, cargo que desempenhou durante longos anos e para onde se deslocava durante a época termal, de Julho a Setembro, e até 1981, ano em que se reformou por sua iniciativa tendo mudado a sua residência do Porto (Foz do Douro) onde vivia durante o Inverno e onde era médico dos Serviços Médico-Sociais, prestando serviço no Posto Médico situado na Rua do Molhe, na Foz do Douro. Nos últimos anos da sua vida e já viúvo, pois sua mulher falecera em Maio de 1974, dada a sua paixão pela serra e pelas termas onde fora clínico e onde granjeara grande estima, não só junto da população local como também da dos arredores pelos cuidados de saúde que sempre lhe foi prestando, fixou residência nas Caldas Santas de Carvalhelhos (1982) onde adoeceu gravemente tendo falecido a 10 de Dezembro de 1984 no Hospital de Chaves para onde foi encaminhado e assistido pelo seu grande amigo Dr. José Manuel Abreu, que o substituira em Vidago, e que ele havia acompanhado quando este ainda estudava medicina em Coimbra.

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Gon%C3%A7alves_Moreno"

Categoria: Naturais de Bragança (Portugal)””

 

Sobre meu avo, o texto surge no link resultante do “click” que fizermos sobre o seu nome – a azul no texto de meu pai:

Augusto Moreno

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Este artigo foi proposto para eliminação por votação.

Por favor, fique à vontade para melhorar o artigo, mas não retire este aviso, o que, além de inútil (pois não afetará a votação), poderá ser considerado ato de vandalismo.

Dê a sua opinião e vote (se tiver direito ao voto) na página da votação. Caso a eliminação seja aprovada, ela ocorrerá a partir de 9 de outubro.


(Novo) - Usuário: se esta página possui arquivos de mídia que não são utilizáveis em outras páginas, adicione uma nota em WP:PER, para que um administrador lusófono do Wikimedia Commons verifique se ela se encontra no escopo do projeto.

 

AUGUSTO MORENO, de seu nome Augusto César Moreno, nasceu em Lagoaça, concelho de Freixo de Espada à Cinta, no Nordeste Transmontano, a 10 de Novembro de 1870 cedo tendo demonstrado a sua vocação para os estudos da língua pátria o que o levou, por escassez de meios, a frequentar, na cidade do Porto, a Escola Normal daquela cidade (1887-1890), onde se formou, com elevadas classificações e alguns prémios pecuniários, nos ensinos elementar e complementar, tendo passado e exercer como professor na Escola Oficial de Mogadouro, à qual se seguiu a da Aldeia Galega do Ribatejo – Montijo – e finalmente a de Miranda do Douro.

Fixando posteriormente residência na cidade de Bragança onde foi exigente e incontestado Mestre da Escola Primária Superior tendo exercido igualmente o cargo de Vice-presidente e Presidente da Câmara Municipal daquela cidade, além do de administrador do concelho aquando do advento da República, da qual se mostrou sempre um indefectível apoiante pelo que chegou então a ser preso.

Reformou-se do ensino ao fim de 32 anos de profícua e laboriosa actividade em virtude de uma acentuada surdez que em muito lhe limitou o normal exercício das suas actividades públicas, mas nem por isso deixou de trabalhar e continuar a dedicar-se à grande paixão da sua vida: - a cultura da língua portuguesa da qual, como poucos, conhecia os seus múltiplos e seculares segredos.

Autodidacta e estudioso de grande mérito, entre as múltiplas línguas que estudou, algumas das quais falava, figuravam o francês, o inglês, o alemão, o espanhol, o latim e o hebraico, por exemplo, pelo que era considerado um poliglota prestigiado, tanto na sua Pátria como no Brasil, onde chegou a afirmar ser mais conhecido do que na sua terra!

Filólogo, gramático e pedagogo, foi igualmente elegante poeta e fino prosador sendo bastantes as obras e os textos que ostentam o seu nome tendo colaborado em vários órgãos da imprensa regional e local além de em revistas destacando-se a Gazeta Fiscal de Lisboa, a Arte e a Arte Livre, do Porto, e Nova Alvorada, de Famalicão. Colaborou ainda em várias publicações regulares e avulsas como a Revista Nova, de Trindade Coelho, a Revista Lusitana, de Leite de Vasconcelos, e a Tribuna, de Pires Avelanoso, tendo sido um valioso colaborador de Cândido de Figueiredo na elaboração do seu Novo Dicionário da Língua Portuguesa.

Como autor, publicou o “Glosário Transmontano”, que se iniciou na “Revista Nova” e se concluiu na “Revista Lusitana”, e “Joio na Seara” com análise crítica a algumas obras do mestre Cândido de Figueiredo. Foi ainda autor dos Dicionário Popular Elementar e Dicionário Complementar da Língua Portuguesa. Publicou “Moral e Educação Cívica”, as “Lições de Linguagem”,( 4 vol.),” Lições de Análise, Fonética e Ortografia”, (3 vol.), tendo sido colaborador presente no Jornal diário portuense “O Primeiro de Janeiro” onde tinha uma coluna muito apreciada e denominada “Como Falar – Como Escrever”, na qual dava resposta a inúmeras perguntas sobre temas, dúvidas e outras questões de linguagem – prosódia, ortografia e sintaxe –as quais lhe eram copiosamente formuladas e tinham as mais diversificadas origens, muitas delas oriundas do próprio Brasil. Publicou ainda vários livros escolares: “Gramática Elementar”,” Redacção, Geometria e Ciências Naturais” da colecção “Série Escolar de Educação”. Além disso e em colaboração com António Figueirinhas, orientou e dirigiu o “Português Popular” sendo dois os volumes publicados sob este título.

Como tradutor contam-se as obras: “Como se Llega a Milionário”, do espanhol Climet Ferrer, e “Voces de Aliento”, de Marden, “Le Reve de Suzy”, da francesa Ardel, “La Femme dans la Famille”, da baronesa de Staffe, “La Grande Amie”, de Pierre L’Ermite, “La Neige sur les Pas, de Bordeaux e “Tache”, de Saint Galles.

“Por proposta do dr. Bernardino Machado foi eleito sócio do Instituto de Coimbra, e, por iniciativa de António Leal e da "Educação Nacional", a que se seguiu proposta do Governo Civil de Bragança, foi agraciado com o título e grau de oficial da Ordem da Instrução Pública, por serviços distintos prestados à mesma instrução. Publicada a mercê, foi-lhe, em Outubro de 1933, prestada em Bragança pública homenagem, a que se associaram todas as corporacões, autoridades e povo da cidade, os então Ministro da Educação Nacional e director geral do Ensino Primário, diversos professores, à frente dos quais Cardoso Júnior e Romeu Pimenta, e vários jornais, nomeadamente Novidades, Educação Nacional, escola Primária, Diário de Noticias, Diário de Lisboa, O Século e O Primeiro de Janeiro. Tendo em 1935 fixado residência no Porto, Augusto Moreno ali continua estudando dedicada e proficientemente os problemas mais interessantes da língua pátria. Colaborou na sua velha tribuna da Educação Nacional, em O Primeiro de Janeiro e nas revistas Ocidente e Revista de Portugal, de Lisboa, e, de colaboração com Cardoso Júnior e José Pedro Machado, publicou o Grande Vocabulário Ortográfico Luso-Brasileiro. Trabalhou, com os mesmos cooperadores, na revisão e actualização do “Dicionário de Morais”, Augusto Moreno é lidimamente considerado um dos mais competentes mestres contemporâneos da Filologia e dos mais eminentes cultores da língua portuguesa, cuja pureza defendeu com brilho e vigor notáveis.” - (in Braganc@Net, Portal do Distrito de Bragança, Figuras Ilustres, Moreno, Augusto César)

Faleceu no Porto em 2 de Abril de1955 tendo, em sua homenagem e como reconhecimento do seu trabalho e dedicação ao ensino, sido atribuído o seu nome à Escola Preparatória da Cidade. "

 

Voltei hoje à Wikipédia para melhor me centrar neste pequeno escrito e, perplexo perante o que vi na nota que antecede o texto e que acima se poderá ler, fui à página que nela se refere como “página da votação” e, procurando, cheguei a:

“Wikipedia:Páginas para eliminar/Augusto Moreno - “Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - “… - “Augusto Moreno - “… - “O artigo em si está horrível, o que não é, por si só, motivo pra eliminação. Como não tem fonte nenhuma, tentei procurar fora. O nome comum não ajuda a saber se estamos falando "do" ou "de um tal de" Augusto Moreno. Não sei como resolver e não estou confortável em deixar como está (sem fontes). Trouxe pra ver se algum de vocês me ajuda. José Luiz disc 02h22min de 2 de outubro de 2010 (UTC) - “… - “Aguardo José Luiz disc 02h22min de 2 de outubro de 2010 (UTC).””

 

Procurando ainda mais sobre este “crítico” que tão mal  e asperamente julga do meu modesto escrito, recolhi, de essencial, o seguinte:

“Usuário:Jbribeiro1 - “Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - “Meu nome é José Luiz e trabalho há 20 anos em TI num grande banco brasileiro. Adoro a Wikipédia e procuro contribuir como posso. Sou leitor compulsivo da Wiki-en desde o começo e agora acho que podemos tornar Wiki-pt tão boa ou melhor. Atuo primordialmente: - “…- “Lembro a todos que sou VOLUNTÁRIO (como todos) e dedico meu tempo a este projeto por que acredito nele. …””

 

Perante isto, pergunto-me: - Que fazer?

Acho que vou tentar responder ao Sr. José Luis, bancário brasileiro ao qual não sei se só terei de lamentar a “miopia”, já que ignorou a “fonte do artigo” nele bem expressa – braganc@net . portal do distrito de Bragança, e as muitas outras que o próprio texto refere, Jornais, Revistas, Obras editadas, etc… tudo elementos que poderão ser consultados se, para tanto o consultor tiver “engenho e arte – se a arrogância com que se permite criticar o que escrevi com a palavra “horrível” à qual bem poderia retribuir afirmando que detesto Ribeiros que nunca chegarão a Rios e muito mais “bancários” que vão vivendo à custa da usura de certos patrões que, exercendo misteres tão duvidosos como serão os de explorar terceiros (com juros elevados e beneficiando do rendimento resultante de aplicações de dinheiros que lhes não pertencem), vão pagando a quem os serve (como será o caso do senhor Ribeiro) mordomias e salários a que, se realmente “trabalhassem” talvez não tivessem direito… Podia fazê-lo mas, não o farei.

Vou, pois, tentar com as parcas armas que possuo – sou um novato nestas coisas da Wikipédia que acho interessante, muito útil mas na qual jamais me passaria pela cabeça vir a ser “polícia! – tratar deste assunto junto do editor pois não há memória de que 10 milhões de portugueses se hajam jamais rendido a 180 milhões de brasileiros – afinal ingratos Filhos que tanto se vêem rebelando contra o Pai esquecidos que estão hoje de que é a um Português que eternamente estarão condenados a dever a independência de que gozam já que a ele se deve o famoso grito do Ipiranga e a portugueses, como a Augusto Moreno, a língua que hoje falam…

Creiam que lamento, e muito, este senhor José Ribeiro.

 

ADITAMENTO: - Passo a transcrever o que acabo de escrever na Wikipédia - às 13h54 desde 2 de Outubro de 2010:

 

Esclareço procurando dar a ajuda que pretende:

Meu nome é Júlio Augusto Victória Moreno e sou neto de AUGUSTO MORENO de cujo texto "horrível" no dizer do crítico, Sr. José Luis que ora contesto porque me prezo de saber um pouquinho de português - coisas que me terão ficado por hereditariedade, talvez! -de cujo texto, dizia, fui "horrível" autor, e que transcrevi na íntegra no "blog" que, desde 2005, venho mantendo com relativa assiduidade - e que o meu crítico poderá consultar em "mustbe.blogs.sapo.pt", dizer-lhe que tenho 74 anos de idade, que frequentei (sem todavia me licenciar) a faculdade de Direito, que fui oficial da GNR e gestor-fundador de três empresas que deram emprego a uns milhares de portugueses (co-fundador de uma delas e fundador pleno das duas restantes, ) será pura estultícia da minha parte e por isso não o farei. Lamento, no entanto, que o meu crítico não tenha reparado na fonte que no texto se incluia (braganc@net - in www.braganc@net.pt/braganca . figuras Ilustres - e que desconheça o "Vocabulário Ortográfico Luso-Brasileiro" que com a colaboração de outros insignes mestres da língua portuguesa, publicou vai para mais de 50 anos! Como sou velho na idade mas novato nestas andanças, peço ao árbitro que tiver de resolver aste brevíssimo "diferendum" opinativo que me perdoe a ousadia que tive e ao meu crítico que consulte um pouco mais as fontes portuguesas - "Diciopédia 2006", por exemplo, da Porto Editora e as bibliotecas nacionais e brasileiras onde a obra de meu avô se encontra pronta para a consulta de quem assim o pretenda. Agradeço-lhe, no entanto, o tempo que "perdeu" ao ler o que escrevi...

 

 

publicado por Júlio Moreno às 13:05
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