Domingo, 12 de Novembro de 2006

O meu contributo para o Orçamento do Estado.

O mundo científico ficará perplexo com o que poderá ainda vir a ser anunciado pelo governo de Sócrates pela voz do senhor Ministro da saúde!

O Orçamento de Estado irá contemplar um projecto de investimento que irá permitir ao governo poupar milhões na área da saúde pública. E o projecto, embora de grande complexidade técnico-científica será de relativamente simples conceptualização: - primeiro em regime de voluntariado mas progressivamente se tornando obrigatório e compulsivo para todo o cidadão, consistirá no seguinte:

Uma fibra óptica garantidamente resistente aos ácidos estomacais será, numa das extremidades, firmemente implantada no maxilar inferior do indivíduo e, posteriormente, transportada numa cápsula especial que, uma vez engolida, progressivamente a irá libertando, distendendo-a ao longo de todo o tracto intestinal até ao ânus onde será fixada firmemente num dos pequenos ossos do coccxis. Essa fibra, assim como outras que serão implantadas noutros órgãos: coração, fígado, pâncreas, baço, pulmões, rins, músculos e sistemas circulatório e linfático além das diversas áreas cerebrais, estarão ligadas a um pequeníssimo receptor-emissor implantado algures numa massa muscular, cuja energia será fornecida pelo movimento orgânico e suportado por pequenas pilhas de reserva, que emitirá em permanência, dia a e noite, para um computador do Centro Nacional de Saúde os sinais vitais recolhidos em cada indivíduo, catalogado e identificado este pelos seus nome, residência e números de bilhetes de identidade e de contribuinte ou de CU..

Detectada alguma anomalia imediatamente o computador activará a enciclopédica farmacológica que procurará na ficha clínica do paciente, em face das informações recebidas e por ordem crescente de custo e de eficiência, dentre os produtos necessários para combate à doença detectada e compatíveis com o estado do paciente (de gravidez, se for mulher, por exemplo ou de medicação habitual se doente crónico), enviando imediata ordem de fornecimento gratuito à farmácia da área da sua residência, ou à mais próxima, se este se encontrar dela deslocado, caso em que o avisará através de um micro-altifalante implantado num dos ouvidos, de que deverá permanecer no local até receber a assistência devida. Nos casos mais melindrosos ou na hipótese – muito remota - de avaria do sistema uma ambulância ou um helicóptero deslocar-se-á ao local onde se encontrar o doente transportando-o ao centro hospitalar da região, dotado apenas de um modular serviço de urgência, onde será tratado da forma tradicional e devolvido à sua residência onde deverá permanecer, acamado ou não, até receber alta.

O sistema denominado “GS” (Gago/Sócrates) que, simultaneamente, prestará as necessárias informações aos serviços da Segurança Social e à entidade empregadora ou funerária, conforme os casos, entrará em funcionamento experimental já no próximo dia 1 de Janeiro de 2007, prevendo-se que esteja a funcionar em pleno em meados do próximo ano, com isso determinando o êxodo maciço de médicos e de enfermeiros, e com estes dos respectivos elementos familiares, contribuindo enormemente para a baixa do desemprego, para os países africanos de menores recursos ou para amazónia, e com isso determinando uma economia global de encargos de cerca de 2 biliões de euros por ano nos dois primeiros anos e de mais de 10 biliões quando a população portuguesa se encontrar totalmente monitorizada pelo sistema.

Afinal sempre haverá investimento público e não so na Ota e no TGV...
publicado por Júlio Moreno às 13:47
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