Sábado, 30 de Setembro de 2006

Quando Maomé, o profeta, proclamou ...

Quando Maomé, o profeta, proclamou que cada homem poderia ter até 4 mulheres, ele lá sabia o que dizia. A simplicidade de uma banal conta aritmética bastará para concluir que, ao longo dos séculos, viria a ser enorme a superioridade numérica da raça islâmica – de 4 para 1, isto na pior das hipóteses, já que a realidade será bem maior do que isso dado que nas suas casas e tendas, mais de 90% da população, viveu e na sua maior parte viverá ainda privado da praga das telenovelas das televisões brasileiras, mexicanas e ultimamente portuguesas, um dos anticoncepcionais mais bem sucedidos até ao momento já que a exaustão que o enredo de muitas delas produz no espectador é inibitório seguro de outras quaisquer actividades que não sejam as de uma total entrega nos braços de Morfeu! ...

Meditemos, pois, nesse facto, aparentemente tão singelo, e, mesmo considerando que as doenças, que por lá proliferarão por miseráveis condições de vida, incúria, ignorância e algumas ideias de pecado - que não por falta de bens materiais para a investigação científica e farmacológica, isto a aquilatar pela ostentação e inquantificável fausto em que vivem os sheiks e os príncipes árabes que têm a coragem de se mostrar ao mundo, - para só falar nesses, corajosos, que assim se expõem, já que na sombra, muitos outros haverá! – o mundo islâmico deverá estar para o não islâmico na proporção actual mínima de 2 para 1 o que lhes garantirá, à partida, uma grande e numérica supremacia humana!

Partindo deste pressuposto e considerando que um qualquer Mustafá alinharia o urânio por forma a com ele fabricar a bomba, a TV e as enciclopédicas o ensinam!, e suspeitando-se de que os sheiks e príncipes saberiam como se furtar aos seus trágicos efeitos, vejam-se os “bunkers” que já foram descobertos e os mais que haverá por descobrir, poderemos imaginar o que seriam os islâmicos radicais se possuidores de tais armas quando algum fanático, de barba e turbante, berrasse lá do alto de um minarete de mesquita:- “Lancem as bombas, lancem a bombas, Alá os receberá no seu reino para os purificar e premiar!...” Logo milhares de pés rapados (como com toda a propriedade chamam os brasileiros aos deserdados da fortuna deste mundo) se lançariam, de bombas na mão, atadas à cintura ou nos fundilhos das calças, nos carros e carroças que encontrassem, contra o indefeso e incrédulo e democrático ocidental, cristão ou não cristão, que nada mais do que um natural e espontâneo assomo de coragem ou desta pelo medo teriam então para se lhes opor!... É que é fácil, muito fácil, prometer o paraíso a quem de seu só possui uma alma crente, ignorante e sã…

E eis que chegou a era Bush! Veio ele, o Homem, o intrépido, o integro, o inteligente, o sábio e o defensor da humanidade! E ele, o sábio , o temerário, o investigador, com uma pequena palhinha, como qualquer criança inocente e travessa, foi metê-la no buraquinho que viu ali no chão à sua frente… Pensou que lhe sairia um grilo (ou até petróleo!) mas, em vez disso saiu uma, duas, três,,, uma centena, um milhar, milhões de vespas de ferrão em riste acordadas que foram da sua letargia de séculos para a qual estavam sendo serenamente preparadas mas para a qual ainda não soara a hora!...

Fugiu o menino Bushinho e foi fazer queixinha ao papá…O que se terá seguido terá sido por certo demasiadamente familiar e íntimo para que aqui nos aventuremos a conjecturá-lo. Mas que alguma coisa se passou, passou pois o menino Bush esse, coitadinho, nunca agia por si, não saberia como…

Odeio todos os Bushes e os que não ostentando esse nome são também sanguinários e necrófagos como ave de rapina que se saciam com os mortos que os seus poderes de indulto enquanto governadores de estado ignoraram; - odeio os Bin-Ladens e qualquer outro muslim transviado que, fugido e qual besta e toupeira genial vive nas profundezas do seu inferno privativo afrontando o seu Deus, Alá, e os outros homens, ditos seus irmãos, a quem dá ordens para matar, fornece armas letais e envia, em rebanho, para a morte, prometendo o que para si renega e descrê: - o paraíso; - odeio todos os que se comprazem em oprimir por oprimir, como os que, refastelados nas poltronas das suas salas de conselho de administração da coisa alheia, se masturbam e reciprocamente se felicitam e congratulam, distribuindo benesses, prémios e favores, com os resultados percentuais obtidos nos balanços das suas empresas obtidos à custa do suor escravo daqueles que verdadeiramente nelas labutam no dia-a-dia, de sol a sol e vivem, eufóricos e felizes, quando as acções sobem na Bolsa esquecendo que são as suas próprias que baixam na cotação dos mercados de rua; - odeio os políticos que se auto-proclamam como tais e que surgem vindos do nada, tendo cursado (só alguns!) universidades de vaidade, de mentira e de maldizer, onde a ética não existe e só o jogo sujo e habilidoso de palavras vem à luz do dia num jogo perfeito e sagaz de retórica falaciosa e de puro veneno demagógico; - odeio este mundo em que vivo e por isso hei-de criar um outro só para mim…

E quando, às vezes penso no que os astronautas dizem do planeta Terra visto das suas naves espaciais, daquela bola, pequenina, azul e linda, penso igualmente nos milhões de bactérias e de micróbios nocivos que nela habitam e que só a mão divina de um Deus atento e misericordioso poderá algum dia erradicar para todo o sempre!

Morte, pois, aos micróbios nocivos deste planeta e a mim próprio se, com este escrito, cometi algum acto digno de tal censura e punição! E que viva essa Paz que o mundo quer, que o homem sonha mas que ainda nunca conheceu e que só a criança ainda vive e pelos escassos dias de uma tenra idade…
publicado por Júlio Moreno às 14:02
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