Terça-feira, 20 de Setembro de 2005

Será assim tão difícil de entender?

Será assim tão difícil de entender que tudo e todos estão descontentes neste país menos o arrogante primeiro-ministro que temos e o pequeno enxame dos seus satélites governativos e seguidores?


Será desta forma, petulante, odiosa e bafienta, mediante o recurso à presumidamente afastada terminologia e prática do proibido, que o governo vai restaurar a confiança perdida e reconquistar a credibilidade que, em má hora, o povo, no mais puro desvario demagógico, lhe concedeu?


Será que voltamos ao tempo em que a força de uma má política se vai impor pela força à força de uma razão?


Será que o senhor primeiro-ministro não se dá conta de que só terá consigo os amigos e mesmo estes só enquanto tiver força para lhes garantir os tachos que lhes for arranjando e para o que, ao mesmo tempo, aperta, cada vez mais e com mais força, o cinto dos portugueses?


Não entenderá o senhor primeiro-ministro que toda a imposição é sinónimo de prepotência e que toda a prepotência gera reacções negativas, podendo estas vir mesmo a culminar na eclosão, mais ou menos fragorosa, da situação que se pretendia evitar?


Será desta forma que o país, de 26º no ranking europeu, poderá ascender algum dia aos lugares cimeiros que já um dia ocupou?


Greves e mais greves…


Pense, senhor engenheiro (civil, de pontes, de minas, químico, nuclear, mecânico, electrotécnico, informático, florestal, do ambiente. …? – muito gostaríamos de saber a sua especialidade que presumimos seja de tudo menos política e financeira)- pense e decida-se pelo único acto já só possível no âmbito de uma política coerente e verdadeiramente honesta: - demita-se. Vá-se embora que nós saberemos perdoar-lhe e esquecer a incompetência que vem demonstrando e o mal que, por ela e com ela, já fez ao país e aos portugueses.
publicado por Júlio Moreno às 18:33
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