Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

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“Ministro admite aumento de impostos para reduzir défice

“Teixeira dos Santos acusa sociais-democratas de serem «parte do problema». «O PSD diz que não quer aumentar impostos. Eu pergunto: onde vamos cortar?»

“PorSara Marques  - 2010-09-23 16:02  

“O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, afirmou esta quinta-feira que «não é possível atingirmos o nosso objectivo [de redução do défice] sem melhoria na receita», e assegura que o próximo Orçamento do Estado «terá cortes na despesa significativos em todas as rubricas».
“«Não é possível atingirmos o nosso objectivo [de redução do défice] sem melhoria na receita. Não acredito que o PSD não saiba disso», afirmou o ministro.
“«O PSD diz que não quer aumentar impostos. Mas eu pergunto: têm feito o vosso trabalho de casa sobre o desafio que temos pela frente. Cortar o défice em 4500 milhões de euros. Eu pergunto ao PSD: onde vamos cortar?».
A pergunta de Teixeira dos Santos valeu-lhe resposta das galerias e mesmo de alguns deputados: «O senhor é que é o ministro».
“«Faremos o que for necessário e tomaremos medidas para assegurar os 7,3 este ano e teremos um Orçamento de muito rigor, de corte na despesa e de muito rigor para garantir os 4,6 para o ano. É essa garantia que eu posso dar a esta Câmara e aos portugueses», afirmou. «Vamos cortar significativamente na despesa pública e em todas as rubricas», disse ainda.
“Teixeira dos Santos garante que em relação ao PEC, o que está em causa «não é saber se as medidas de redução da despesa estão ou não a ser implementadas, porque estão, nem se estão ou não a surtir efeito, porque também estão», mas sim saber se são suficientes.
“«A despesa passou de 4,3 em Julho para 2,7 em Agosto. Cresceu apenas 2,9 por cento, e vai continuar a baixar. E a receita está acima do previsto. Estamos neste momento com uma poupança de 400 a 500 milhões de euros», garantiu o ministro das Finanças.
“Mas Teixeira dos Santos alerta que «há factores de risco». «A receita não fiscal está a evoluir abaixo do previsto. As Estradas de Portugal contavam com uma receita que não aconteceu, em parte devido à situação das portagens nas SCUT», explica. E recordou ainda que «há o submarino que anda por aí e também tem que ser contabilizado».
E garantiu: «tomaremos as medidas que forem necessárias para neutralizar estes factores de risco», dando como exemplo a extinção dos organismos e fundações «que forem necessários», sem contudo concretizar.
“Teixeira dos Santos acusa PSD de ser «parte do problema»
“Num debate no Parlamento, Teixeira dos Santos acusou ainda o PSD de, em matéria de Orçamento do Estado, “«deixar de ser parte da solução e passar a ser parte do problema».
Em resposta ao líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo, Teixeira dos Santos afirmou: «Disse que o país está a fazer o que lhe compete [em matéria de sacrifícios]. É verdade. O PSD é que não está a fazer o que lhe compete».
Em causa está o facto de o Governo ter convidado o líder do PSD para negociar previamente o Orçamento sem condições, mas ter obtido resposta negativa.
“«O cheiro a poder próximo terá de alguma forma obnubilado o PSD», acusou Teixeira dos Santos. «Tem estado a criar pretextos. Levantou sobre as portagens nas SCUT, sobre a negociação de uma proposta orçamental para o próximo ano, fez do PEC um pretexto para se furtar ao diálogo».
“«Foi dito ao PSD nos últimos dias que estamos dispostos a dialogar, a encontrar uma situação de compromisso, mas mesmo assim o PSD recusou», continuou “”.

publicado por Júlio Moreno às 17:10
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