Sábado, 2 de Outubro de 2010

“Aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando…”

Foi a pensar neste riquíssimo pensamento de Camões, expresso logo à entrada de “Os Lusíadas” (Canto I) que, com o prestimoso auxílio e decisivo “empurrão” de meus primos Laura e Luis, me atrevi a tentar aqui aquilo que, em vida, não é costume fazer-se, que eu não fiz, mas de que hoje sinto esta enorme “necessidade” de fazer: - deixar dito a quem depois de mim vier quem foram alguns daqueles (e os que omito que me perdoem mas aceitem que apenas o fiz porque, sendo tantos, tal me seria de todo em todo impossível) a quem mais amei e a quem tanto devo, quanto mais não seja por inerência biológica, a própria vida.

Mas, tal como eu, muitos, muitos outros lhes terão ficado a dever alguma coisa pelo que, parafraseando Winston Churchill, talvez aqui caiba um pouquinho da sua célebre expressão:- … “nunca tantos ficaram a dever tanto a tão poucos!”.

Refiro-me a meu Avô e a meu Pai, aos quais pretendi deixar gravada nesta estranha forma de impressão que “Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg”, (de seu nome completo mas mais conhecido por João Gutenberg ou simplesmente Gutenberg) nunca terá imaginado a possível existência! Refiro-me à informática e a quanto, de forma mais ou menos segura, de forma mais ou menos perene, através dela se poderá como que imprimir também ou, melhor dito, “gravar” nesta pedra imaterial toda ela feita de éter que assim surgiu subitamente e cresceu ante os nossos espantados olhos, atrevo-me a dizer que, mesmo daqueles que, de algum modo, a “inventaram” ou contribuíram para a sua actual existência – a Inter-Rede, ou Internet!

Assim, foi na Internet que decidi deixar estes dois “epitáfios” a meu Avô e a meu Pai na esperança de que por lá permaneçam bem depois de mim pois assim se fará Justiça não só aos Homens como principalmente a Deus.

Eis o que escrevi de meu pai, (o que se poderá encontrar e ler na Net procurando em Wikipedia Portugal – Augusto Gonçalves Moreno ) e tal como no final do texto mais tecnicamente se refere:

“Augusto Gonçalves Moreno (Bragança, 31 de Março de 1906 - Chaves, 10 de Dezembro de 1984), foi um médico portugues

“Biografia 

“Sexto filho de Augusto Moreno, professor, gramático, filólogo e erudito cultor da língua portuguesa, foi médico em Vidago (de 1935 até 1948). Vivendo em Vidago, nos primeiros anos de casado com D.Maria Barata Pinto Feyo de Victória, teve um incêndio na casa onde vivia, situada no centro da Vila, ao lado do Grande Hotel e à margem da Estrada Nacional Vila Real - Chaves. Nesse incêndio, tudo perdeu ficando, tanto ele como sua mulher, apenas com a roupa que tinham no corpo na altura em que, acordados pelo intenso cheiro a fumo, só tiveram tempo de fugir para a rua com os roupões de quarto que ainda tiveram tempo de vestir. Foi amparado na ocasião, pela família Abreu, proprietária do Hotel Avenida, que, sabedora do ocorrido, os acolheu a ambos enquanto se não puderam alojar na nova casa, propriedade da referida família, que passaram a habitar na Avenida Teixeira de Sousa e onde também tinha o seu consultório. Em 1942/43 foi eleito vogal do CRPOM (Conselho Regional do Porto da Ordem dos Médicos) pelo que regularmente teve de se deslocar tanto àquela cidade como também a Lisboa. Em 1950, dada a sua especialidade de hidrologia médica, além de clínico geral, foi designado Director Clínico das Termas de Carvalhelhos, estância termal situada a cerca de 9 quilómetros de Boticas e a 2 de Beça, cargo que desempenhou durante longos anos e para onde se deslocava durante a época termal, de Julho a Setembro, e até 1981, ano em que se reformou por sua iniciativa tendo mudado a sua residência do Porto (Foz do Douro) onde vivia durante o Inverno e onde era médico dos Serviços Médico-Sociais, prestando serviço no Posto Médico situado na Rua do Molhe, na Foz do Douro. Nos últimos anos da sua vida e já viúvo, pois sua mulher falecera em Maio de 1974, dada a sua paixão pela serra e pelas termas onde fora clínico e onde granjeara grande estima, não só junto da população local como também da dos arredores pelos cuidados de saúde que sempre lhe foi prestando, fixou residência nas Caldas Santas de Carvalhelhos (1982) onde adoeceu gravemente tendo falecido a 10 de Dezembro de 1984 no Hospital de Chaves para onde foi encaminhado e assistido pelo seu grande amigo Dr. José Manuel Abreu, que o substituira em Vidago, e que ele havia acompanhado quando este ainda estudava medicina em Coimbra.

Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Augusto_Gon%C3%A7alves_Moreno"

Categoria: Naturais de Bragança (Portugal)””

 

Sobre meu avo, o texto surge no link resultante do “click” que fizermos sobre o seu nome – a azul no texto de meu pai:

Augusto Moreno

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Ir para: navegação, pesquisa

Este artigo foi proposto para eliminação por votação.

Por favor, fique à vontade para melhorar o artigo, mas não retire este aviso, o que, além de inútil (pois não afetará a votação), poderá ser considerado ato de vandalismo.

Dê a sua opinião e vote (se tiver direito ao voto) na página da votação. Caso a eliminação seja aprovada, ela ocorrerá a partir de 9 de outubro.


(Novo) - Usuário: se esta página possui arquivos de mídia que não são utilizáveis em outras páginas, adicione uma nota em WP:PER, para que um administrador lusófono do Wikimedia Commons verifique se ela se encontra no escopo do projeto.

 

AUGUSTO MORENO, de seu nome Augusto César Moreno, nasceu em Lagoaça, concelho de Freixo de Espada à Cinta, no Nordeste Transmontano, a 10 de Novembro de 1870 cedo tendo demonstrado a sua vocação para os estudos da língua pátria o que o levou, por escassez de meios, a frequentar, na cidade do Porto, a Escola Normal daquela cidade (1887-1890), onde se formou, com elevadas classificações e alguns prémios pecuniários, nos ensinos elementar e complementar, tendo passado e exercer como professor na Escola Oficial de Mogadouro, à qual se seguiu a da Aldeia Galega do Ribatejo – Montijo – e finalmente a de Miranda do Douro.

Fixando posteriormente residência na cidade de Bragança onde foi exigente e incontestado Mestre da Escola Primária Superior tendo exercido igualmente o cargo de Vice-presidente e Presidente da Câmara Municipal daquela cidade, além do de administrador do concelho aquando do advento da República, da qual se mostrou sempre um indefectível apoiante pelo que chegou então a ser preso.

Reformou-se do ensino ao fim de 32 anos de profícua e laboriosa actividade em virtude de uma acentuada surdez que em muito lhe limitou o normal exercício das suas actividades públicas, mas nem por isso deixou de trabalhar e continuar a dedicar-se à grande paixão da sua vida: - a cultura da língua portuguesa da qual, como poucos, conhecia os seus múltiplos e seculares segredos.

Autodidacta e estudioso de grande mérito, entre as múltiplas línguas que estudou, algumas das quais falava, figuravam o francês, o inglês, o alemão, o espanhol, o latim e o hebraico, por exemplo, pelo que era considerado um poliglota prestigiado, tanto na sua Pátria como no Brasil, onde chegou a afirmar ser mais conhecido do que na sua terra!

Filólogo, gramático e pedagogo, foi igualmente elegante poeta e fino prosador sendo bastantes as obras e os textos que ostentam o seu nome tendo colaborado em vários órgãos da imprensa regional e local além de em revistas destacando-se a Gazeta Fiscal de Lisboa, a Arte e a Arte Livre, do Porto, e Nova Alvorada, de Famalicão. Colaborou ainda em várias publicações regulares e avulsas como a Revista Nova, de Trindade Coelho, a Revista Lusitana, de Leite de Vasconcelos, e a Tribuna, de Pires Avelanoso, tendo sido um valioso colaborador de Cândido de Figueiredo na elaboração do seu Novo Dicionário da Língua Portuguesa.

Como autor, publicou o “Glosário Transmontano”, que se iniciou na “Revista Nova” e se concluiu na “Revista Lusitana”, e “Joio na Seara” com análise crítica a algumas obras do mestre Cândido de Figueiredo. Foi ainda autor dos Dicionário Popular Elementar e Dicionário Complementar da Língua Portuguesa. Publicou “Moral e Educação Cívica”, as “Lições de Linguagem”,( 4 vol.),” Lições de Análise, Fonética e Ortografia”, (3 vol.), tendo sido colaborador presente no Jornal diário portuense “O Primeiro de Janeiro” onde tinha uma coluna muito apreciada e denominada “Como Falar – Como Escrever”, na qual dava resposta a inúmeras perguntas sobre temas, dúvidas e outras questões de linguagem – prosódia, ortografia e sintaxe –as quais lhe eram copiosamente formuladas e tinham as mais diversificadas origens, muitas delas oriundas do próprio Brasil. Publicou ainda vários livros escolares: “Gramática Elementar”,” Redacção, Geometria e Ciências Naturais” da colecção “Série Escolar de Educação”. Além disso e em colaboração com António Figueirinhas, orientou e dirigiu o “Português Popular” sendo dois os volumes publicados sob este título.

Como tradutor contam-se as obras: “Como se Llega a Milionário”, do espanhol Climet Ferrer, e “Voces de Aliento”, de Marden, “Le Reve de Suzy”, da francesa Ardel, “La Femme dans la Famille”, da baronesa de Staffe, “La Grande Amie”, de Pierre L’Ermite, “La Neige sur les Pas, de Bordeaux e “Tache”, de Saint Galles.

“Por proposta do dr. Bernardino Machado foi eleito sócio do Instituto de Coimbra, e, por iniciativa de António Leal e da "Educação Nacional", a que se seguiu proposta do Governo Civil de Bragança, foi agraciado com o título e grau de oficial da Ordem da Instrução Pública, por serviços distintos prestados à mesma instrução. Publicada a mercê, foi-lhe, em Outubro de 1933, prestada em Bragança pública homenagem, a que se associaram todas as corporacões, autoridades e povo da cidade, os então Ministro da Educação Nacional e director geral do Ensino Primário, diversos professores, à frente dos quais Cardoso Júnior e Romeu Pimenta, e vários jornais, nomeadamente Novidades, Educação Nacional, escola Primária, Diário de Noticias, Diário de Lisboa, O Século e O Primeiro de Janeiro. Tendo em 1935 fixado residência no Porto, Augusto Moreno ali continua estudando dedicada e proficientemente os problemas mais interessantes da língua pátria. Colaborou na sua velha tribuna da Educação Nacional, em O Primeiro de Janeiro e nas revistas Ocidente e Revista de Portugal, de Lisboa, e, de colaboração com Cardoso Júnior e José Pedro Machado, publicou o Grande Vocabulário Ortográfico Luso-Brasileiro. Trabalhou, com os mesmos cooperadores, na revisão e actualização do “Dicionário de Morais”, Augusto Moreno é lidimamente considerado um dos mais competentes mestres contemporâneos da Filologia e dos mais eminentes cultores da língua portuguesa, cuja pureza defendeu com brilho e vigor notáveis.” - (in Braganc@Net, Portal do Distrito de Bragança, Figuras Ilustres, Moreno, Augusto César)

Faleceu no Porto em 2 de Abril de1955 tendo, em sua homenagem e como reconhecimento do seu trabalho e dedicação ao ensino, sido atribuído o seu nome à Escola Preparatória da Cidade. "

 

Voltei hoje à Wikipédia para melhor me centrar neste pequeno escrito e, perplexo perante o que vi na nota que antecede o texto e que acima se poderá ler, fui à página que nela se refere como “página da votação” e, procurando, cheguei a:

“Wikipedia:Páginas para eliminar/Augusto Moreno - “Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - “… - “Augusto Moreno - “… - “O artigo em si está horrível, o que não é, por si só, motivo pra eliminação. Como não tem fonte nenhuma, tentei procurar fora. O nome comum não ajuda a saber se estamos falando "do" ou "de um tal de" Augusto Moreno. Não sei como resolver e não estou confortável em deixar como está (sem fontes). Trouxe pra ver se algum de vocês me ajuda. José Luiz disc 02h22min de 2 de outubro de 2010 (UTC) - “… - “Aguardo José Luiz disc 02h22min de 2 de outubro de 2010 (UTC).””

 

Procurando ainda mais sobre este “crítico” que tão mal  e asperamente julga do meu modesto escrito, recolhi, de essencial, o seguinte:

“Usuário:Jbribeiro1 - “Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. - “Meu nome é José Luiz e trabalho há 20 anos em TI num grande banco brasileiro. Adoro a Wikipédia e procuro contribuir como posso. Sou leitor compulsivo da Wiki-en desde o começo e agora acho que podemos tornar Wiki-pt tão boa ou melhor. Atuo primordialmente: - “…- “Lembro a todos que sou VOLUNTÁRIO (como todos) e dedico meu tempo a este projeto por que acredito nele. …””

 

Perante isto, pergunto-me: - Que fazer?

Acho que vou tentar responder ao Sr. José Luis, bancário brasileiro ao qual não sei se só terei de lamentar a “miopia”, já que ignorou a “fonte do artigo” nele bem expressa – braganc@net . portal do distrito de Bragança, e as muitas outras que o próprio texto refere, Jornais, Revistas, Obras editadas, etc… tudo elementos que poderão ser consultados se, para tanto o consultor tiver “engenho e arte – se a arrogância com que se permite criticar o que escrevi com a palavra “horrível” à qual bem poderia retribuir afirmando que detesto Ribeiros que nunca chegarão a Rios e muito mais “bancários” que vão vivendo à custa da usura de certos patrões que, exercendo misteres tão duvidosos como serão os de explorar terceiros (com juros elevados e beneficiando do rendimento resultante de aplicações de dinheiros que lhes não pertencem), vão pagando a quem os serve (como será o caso do senhor Ribeiro) mordomias e salários a que, se realmente “trabalhassem” talvez não tivessem direito… Podia fazê-lo mas, não o farei.

Vou, pois, tentar com as parcas armas que possuo – sou um novato nestas coisas da Wikipédia que acho interessante, muito útil mas na qual jamais me passaria pela cabeça vir a ser “polícia! – tratar deste assunto junto do editor pois não há memória de que 10 milhões de portugueses se hajam jamais rendido a 180 milhões de brasileiros – afinal ingratos Filhos que tanto se vêem rebelando contra o Pai esquecidos que estão hoje de que é a um Português que eternamente estarão condenados a dever a independência de que gozam já que a ele se deve o famoso grito do Ipiranga e a portugueses, como a Augusto Moreno, a língua que hoje falam…

Creiam que lamento, e muito, este senhor José Ribeiro.

 

ADITAMENTO: - Passo a transcrever o que acabo de escrever na Wikipédia - às 13h54 desde 2 de Outubro de 2010:

 

Esclareço procurando dar a ajuda que pretende:

Meu nome é Júlio Augusto Victória Moreno e sou neto de AUGUSTO MORENO de cujo texto "horrível" no dizer do crítico, Sr. José Luis que ora contesto porque me prezo de saber um pouquinho de português - coisas que me terão ficado por hereditariedade, talvez! -de cujo texto, dizia, fui "horrível" autor, e que transcrevi na íntegra no "blog" que, desde 2005, venho mantendo com relativa assiduidade - e que o meu crítico poderá consultar em "mustbe.blogs.sapo.pt", dizer-lhe que tenho 74 anos de idade, que frequentei (sem todavia me licenciar) a faculdade de Direito, que fui oficial da GNR e gestor-fundador de três empresas que deram emprego a uns milhares de portugueses (co-fundador de uma delas e fundador pleno das duas restantes, ) será pura estultícia da minha parte e por isso não o farei. Lamento, no entanto, que o meu crítico não tenha reparado na fonte que no texto se incluia (braganc@net - in www.braganc@net.pt/braganca . figuras Ilustres - e que desconheça o "Vocabulário Ortográfico Luso-Brasileiro" que com a colaboração de outros insignes mestres da língua portuguesa, publicou vai para mais de 50 anos! Como sou velho na idade mas novato nestas andanças, peço ao árbitro que tiver de resolver aste brevíssimo "diferendum" opinativo que me perdoe a ousadia que tive e ao meu crítico que consulte um pouco mais as fontes portuguesas - "Diciopédia 2006", por exemplo, da Porto Editora e as bibliotecas nacionais e brasileiras onde a obra de meu avô se encontra pronta para a consulta de quem assim o pretenda. Agradeço-lhe, no entanto, o tempo que "perdeu" ao ler o que escrevi...

 

 

publicado por Júlio Moreno às 13:05
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